Bastidores

Quando a arte encontra o jazz: a pintura ao vivo no 100fronteiras JAZZ

Por Monsieur 396 · Tempo de leitura: 3 min

No 100fronteiras JAZZ Festival, em Foz do Iguaçu, Orllando Rodríguez pintou uma tela ao vivo enquanto o quarteto tocava, diante de milhares de pessoas. A repercussão foi imediata: seu alcance nas redes sociais saltou de 35 mil para 200 mil visualizações e as encomendas dispararam.

Obra com músico e saxofone, de Orllando Rodríguez
Música e pintura no mesmo gesto, cor que responde ao som.

Cor no ritmo do som

Enquanto o jazz preenchia o ar, os pincéis acompanhavam o improviso. A pintura ao vivo tem essa magia: o público vê a obra nascer em tempo real, gesto a gesto, como um solo que só acontece uma vez. “Meu coração não cabia no peito”, resumiu o artista sobre a experiência.

Um divisor de águas na carreira

O episódio ampliou o público de Orllando muito além de Foz do Iguaçu e reforçou algo central no seu trabalho: a arte como experiência viva, que emociona no instante em que acontece. Foi um dos capítulos que impulsionaram sua trajetória recente.

Gostou dessa energia?

Veja as obras no acervo e fale com o artista pelo WhatsApp, inclusive sobre pintura ao vivo em eventos.

Ver a galeria Falar no WhatsApp

Perguntas frequentes

O que foi a pintura ao vivo no 100fronteiras JAZZ?

Durante o festival, em Foz do Iguaçu, Orllando pintou uma tela ao vivo enquanto os músicos tocavam, diante de milhares de pessoas.

Qual foi a repercussão?

O alcance nas redes saltou de 35 mil para 200 mil visualizações, e as encomendas aumentaram.